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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Cultura afrodescendente e o carnaval de Alagoas, no IZP na Folia.


Nesta edição do programa, os grupos afrodescendentes falam sobre seus instrumentos, seus ritmos e o carnaval de Alagoas.



Ingryd Farias

Na edição desta terça-feira (29), a série de programas especiais de carnaval “IZP na Folia” falou sobre os Blocos de Afoxé, Maracatus e Grupos Afro-alagoanos em Alagoas. No debate, estiveram presentes os convidados; Carolina Leopardi, do Batuque Yá; Wilson Santos, da Orquestra de Tambores; Daniel Madeira e o professor Gustavo Cavalcante, do Maracatu Baque Alagoano e Doté Elias de Airá, da Corte de Airá.

 O Maracatu Baque Alagoano, surgiu em março de 2007, em Maceió, através das oficinas de Maracatu coordenadas por Wilson Santos, da Orquestra de Tambores. Segundo o batuqueiro do Baque, Daniel Madeira, o gosto pelo ritmo cresceu e deu origem ao grupo. Os ensaios da equipe acontecem aos sábados na Praça Marcílio Dias, no bairro do Jaraguá – em frente à Capitania dos Portos – à 14h, e toda a população pode prestigiar.

 Carolina Leopardi também participou do debate e falou do Batuque Yá, grupo formado somente por mulheres que representa a expressão da mãe, da figura feminina. Já o coordenador da Orquestra de tambores, Wilson Santos, ressaltou a importância dos grupos “devemos revitalizar o gosto pela identidade” disse o músico.

Além dele, Dote Elias de Airá, falou sobre a nação da Corte de Airá e sobre o bloco que também já desfilou.

 No dia 1º de fevereiro, a partir das 18h30, no Largo dos Poetas (por detrás do Mercado público do Jaraguá)  os grupos, Baque Alagoano, Batuque Yá, bloco No Escurinho é Mais Gostoso e bloco Jaraguá é o Bicho farão a festa de centenas de foliões, iniciando os desfiles do Jaraguá Folia.

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